quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Não ha erro que não se possa perdoar

Não ha palavra que não se possa explicar

Não ha caminho que não se possa desviar

Não ha amor que não se possa se machucar

Não ha verdade que não se possa acreditar

Não ha crença que não se possa mudar

Não ha frio que não se possa esquentar

Não ha paixao que não se possa saciar

Não ha fim que não se possa começar

Não ha ferida que não se possa cicatrizar

Não ha razao que não se possa duvidar

Não ha mancha que não se possa limpar

Não ha poema que não se possa melhorar

Não ha rabisco que não se possa apagar

Não ha momento que não se possa eternizar

Não ha boca que não se possa calar

Não ha amargura que não se possa acabar

Não ha pesadelo que não se possa acordar

Não ha sonho que não se possa concretizar

Não ha alegria que não se possa extravazar

Não ha esperança que não se possa esperar

Não ha tempo que não se possa parar

Não ha doença que não se possa curar

Não ha sabor que não se possa experimentar

Não ha carinho que não se possa dar

Não ha coragem que não se possa abalar

Não ha princesa que nao se possa salvar

Não ha batalha que nao se possa ganhar

Tudo isso podemos
se tomarmos a iniciativa de acreditar.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Vejo à minha volta, homens desfilando com mulheres como se estivessem mostrando aos outros o trofeu que come toda noite, ou o peixe que conseguiu pescar...

Gosto de .. part 1

Gosto de velharia

Gosto de elogio

Gosto de verdade na cara, mesmo que doa muito, simplismente..inexplicavelmente..gosto

Gosto do barulho do gelo num copo com agua

Gosto de abusar das situações

Gosto de esperar até o ultimo minuto

Gosto de dormir

Gosto de dar risada

Gosto de mulher

Gosto de perder tempo fazendo o que gosto

Gosto de ouvir musica

Gosto de tirar casquinha de machucado

Gosto de escrever

gosto de peito (piquininin, grandin...)

Gosto de criar

Gosto de feriado

Gosto de dormir na escola

Gosto quando estou certo ( mas não gosto de jogar na cara)

Gosto que se importem comigo

Gosto de suco de leite com morango

Gosto de fazer palhaçada (mas só faço quando fico a vontade)

Gosto de dormir de conchinha com o travesseiro

Gosto de abraço

Gosto de sorrisos

Gosto de ver as pessoas e como cada uma se comporta

Gosto de frio

Gosto de piscina

Gosto de usar óculos

Gosto de cabelo liso

Gosto de pele branca

Gosto da noite, a luz azul da TV no escuro da sala

Gosto de fones de ouvido

gosto de coca-cola com sorverte de flocos

Gosto da introdução do corujão ( me lembra gaveta de arquivo, charuto, mesa, luz tênue, chapéu, palitó e gravata i like)

Gosto de tocar bateria invisível

Quando não agüento mais, estouro contra mim mesmo e faço coisas que não faria a 1 minuto atrás....

Palavras ao vento

A névoa que se expande
Trazendo as incertezas
Misteriosas e inquietantes
Deixam meus membros frigidos

As sombras que adentram os impenetráveis lugares
Consistindo-se em vácuo
Intocável
Feito inabalável

Imponente e causando o pavor
Com a escuridão eminente
Encontrando-se com minha dor

Olhos cegados, não querendo ver
Orelhas tapadas, não querendo ouvir
Boca fechada, não querendo falar
sufocado, querendo respirar

Falta ar
Falta luz
Falta sentido
Falta compreensão

Falta o entendimento
A lógica que se ensinou aos pensadores
A concepção das idéias defasadas
Dos irrelevantes poemas sem amores

Cadê as musas?
(As inspirações)
Cadê as respostas?
Onde está a felicidade cabal?
Ainda existem respostas?

Palavras ao vento
Sem importância
Sem lógica
Sem entendimento
Palavras ao vento.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

fases

O choque das vertigens dos alucinógenos
Ocioso e com falta de moral
Entre o sol e o poente
Arma uma linha de defesa
Pra suscitar o ego
Na frente da linha de batalha
Suas marionetes os protegem
Com fogo e lanças o defendem
Com orgulho e ódio esvanecem
Seu amparo em vagos apoios
Faz perder o senso de grandeza
Na abundancia de prazeres
Insaciáveis e vãos
Envolve-se nas mais duvidosas certezas
As distancias acabam
Tudo acaba
A vida acaba
Tudo acaba.